O Que Fazemos

O JOBA tem como objectivo a melhoria do mercado de formação de habilidades para superar o desequilíbrio entre a oferta e a demanda de habilidades no mercado de trabalho. O JOBA visa desenvolver parcerias construtivas entre os provedores do ensino técnico-profissional (ETP) não-públicos, o sector privado e o governo moçambicano, apoiando uma abordagem inclusiva para a criação de empregos.

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Programa de Habilidades para o Emprego

O DFID Moçambique desenvolveu um Programa de Competências para Emprego (S4E) que se foca em:

  • Este visa o desenvolvimento de um mercado de trabalho mais robusto e de uma mão-de-obra melhor preparada que esteja pronta para responder aos desafios e demandas da economia moçambicana
  • Estabelecer parcerias construtivas entre provedores de formação não-públicos e o sector privado, apoiando uma abordagem inclusiva para a criação de emprego
  • Apoiar as mulheres e os jovens marginalizados para que tenham acesso a uma formação de qualidade e a oportunidades de emprego

O impacto pretendido, os resultados esperados e os resultados previstos do projecto são os seguintes:

Impacto pretendido do programa: Maior renda entre beneficiários finais do Fundo de Emprego JOBA, especialmente a juventude, mulheres e raparigas adolescentes.
Resultados esperados: • Co-financiamento de iniciativas de formação inovadoras e de qualidade, garantindo que mais jovens adquirem capacidades úteis para o mercado, levando ao trabalho por conta própria ou ao emprego formal;
• Reforçado o mercado Moçambicano de formação de habilidades.
Saída 1: Acesso expandido à formação de habilidades inclusiva, acessível, de qualidade e relevante para o mercado e o acesso aos serviços de complementares ministrados por provedores formação não-públicos.
Saída 2: Reforçada a capacidade de resposta dos provedores de formação não-públicos.
Saída 3: Reforçada a colaboração em matéria de formação de habilidades entre o Governo e o sector privado.
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS RESULTADOS ESPERADOS?
  • 2.000 graduados receberam formação técnica, dos quais 25% são mulheres; Pelo menos 85% dos licenciados estão empregados na área de formação ou iniciaram seu próprio negócio 1 ano após a conclusão da formação
  • 3.000 graduados receberam formação profissional, de segunda oportunidade ou de empreendedorismo dos quais pelo menos 50% são adolescentes e mulheres; 70% dos licenciados iniciaram o seu próprio negócio ou são empregados 1 ano após a conclusão do treinamento 4,8 milhões de libras adicionais de recursos do sector privado para intervenções S4E
  • 4,8 milhões de libras adicionais de recursos do sector privado para intervenções S4E
  • Melhoria da qualidade e sustentabilidade de provedores de formação não-públicos
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Formação Para Resilência

Segundo a Forbes Insights 2015 (Criação de Emprego na África Subsaariana), a questão mais importante para o futuro de Moçambique é a criação de emprego para a juventude e um estudo recente da Africa Growth Initiave (Iniciativa de Crescimento de África) e da Universidade das Nações Unidas (2016) prevê que até 2025 mais de 500.000 novos trabalhadores entrarão no mercado de trabalho em Moçambique por ano, exercendo mais pressão sobre um mercado já disfuncional.

Adicionalmente, os números relacionados com o emprego raramente consideram a qualidade do mesmo, particularmente em contextos de desenvolvimento. Em países como Moçambique, os empregos de baixa qualidade são comuns, tanto para jovens como para adultos. Estes empregos tendem, também, a ser muito vulneráveis a choques (menores) e, portanto, a situação de emprego da maioria dos jovens e mulheres em Moçambique (especialmente nas zonas rurais) é particularmente frágil e volátil.

Neste contexto, o DFID disponibilizou recursos adicionais para intervenções urgentes de formação de jovens e mulheres em Moçambique, focando-se na criação da resiliência destes tendo em consideração as dificuldades previsíveis actuais e futuras. O foco incide sobre os provedores de formação responderem à necessidade de Moçambique de melhorar a resiliência dos seu jovens, especialmente das mulheres e raparigas, através da formação e da ligação dessa formação ao emprego ou a outras oportunidades de educação.

O programa de T4R é implementado no âmbito das políticas relevantes do Governo de Moçambique, tais como a Política Nacional da Juventude, a Política de Género, entre outras. Espera-se que o programa contribuirá para alcançar alguns dos resultados esperados destas políticas.

O programa T4R visa promover:

  • formação para resiliência que capacita indivíduos a serem empregáveis durante tempos económicos difceis – preparando-os para o emprego formal ou por conta própria
  • serviços complementares que garantem a exposição a competências/indústrias específicas
  • apoio adicional para garantir que mulheres e raparigas conseguem ter acesso a oportunidades de T4R

Sendo abrangido pelo S4E (Competências para Emprego), há um foco especial em jovens, particularmente em raparigas.

Teorias da Mudança

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